INFORMAÇÕES ACADÊMICAS
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Informações Acadêmicas

O Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper pauta tanto o ensino como a gestão e relação com os alunos e o público em geral por elevados padrões, primando pela excelência e piedade no seu serviço, o que está refletido no seu lema “Espírito de conhecimento e de temor do Senhor” (Is 11.2). As informações acadêmicas abaixo tratam dos cursos e programas, requisitos, normas, critérios e funcionamento, com o fim de assegurar o bom aproveitamento da educação teológica oferecida pelo CPAJ, assim como o bom andamento de seus cursos. Além dessas informações, na época de eventos específicos, como processo seletivo, matrícula nos programas e outras situações, publicamos detalhes na internet e enviamos e-mails aos envolvidos. É importante observar que as informações abaixo estão sujeitas a alterações devido à dinâmica da vida acadêmica. Considerando o tempo necessário entre a ocorrência de alterações e a sua publicação, recomenda-se que, antes de assumir compromissos relevantes, o interessado consulte a gestão acadêmica, professor, coordenador ou direção do CPAJ.

ESTRUTURA DO CPAJ

 

A administração do CPAJ é exercida pelos seguintes órgãos: Câmara de Pós-Graduação; Diretoria; Coordenação de Programas e Cursos. Os processos administrativos têm seu desenvolvimento com a seguinte estrutura: Diretoria (diretor e vice-diretor), Coordenações (coordenadores de programas e de centros de estudos), Gestão Acadêmica e Apoio Administrativo (secretarias e TI). A Câmara de Pós-Graduação é o colegiado formado pelo diretor, vice-diretor, coordenadores e professores titulares. O CPAJ se reporta à Junta de Educação Teológica (JET), colegiado da Igreja Presbiteriana do Brasil (IPB) responsável pela educação teológica. Boa parte dos processos descritos nesta seção passam pela área de Gestão Acadêmica, que responde por documentos, elaboração e emissão de registros, diplomas, gestão das atividades acadêmicas e atendimento de alunos, candidatos e interessados.

PROCESSO SELETIVO

 

O ingresso nos cursos e programas do CPAJ se dá conforme segue:

 

Educação à Distância (EAD)
Pela avaliação da documentação requerida para os cursos on-line.

 

Programas presenciais de pós-graduação
Por processo seletivo com avaliação de documentação, currículo e realização de exames e entrevistas. As etapas do processo seletivo para programas presenciais são:

• Inscrição e pagamento de taxa.

• Envio de documentos: diplomas, históricos escolares, cartas de recomendação e outros.

• Elaboração de exames de redação, língua inglesa, línguas bíblicas (se necessário) e outros.

• Entrevista e exame de conhecimentos específicos (se necessário).

• Matrícula do candidato aprovado.

 

Cada processo seletivo do CPAJ é precedido de edital com todas as informações específicas ao processo, determinando os prazos, número de vagas e todo o detalhamento necessário.

EXIGÊNCIAS AOS CANDIDATOS E ALUNOS

 

Conhecimento de Inglês

Boa parte da literatura utilizada nos programas de mestrado e doutorado do CPAJ está disponível em inglês. Para tanto, é fundamental que o candidato tenha capacidade de leitura e compreensão dos textos nesse idioma. A prova de inglês do processo seletivo é eliminatória.

 

Habilidade de Produção Teológico-Acadêmica

É imprescindível que no programa de pós-graduação do CPAJ se tenha habilidade na comunicação escrita quanto ao conteúdo, forma e estilo. O conteúdo deve evidenciar a profundidade adequada à reflexão teológica avançada em nível acadêmico de pesquisa. A forma e o estilo devem refletir a clareza e eficiência esperadas de um aluno de pós-graduação.

 

Conduta e Probidade Acadêmica

Sendo o CPAJ um centro cristão de estudos, espera-se do aluno que se paute por um padrão exemplar de testemunho cristão. No relacionamento, que demonstre sinceridade, pureza, fraternidade, cortesia e humildade, elementos fundamentais para a convivência cordial. Nas atividades acadêmicas espera-se também que as atitudes sejam fundamentadas nas Escrituras e em nossos padrões confessionais. No que se refere a provas, trabalhos, monografias e dissertações, o aluno deve estar ciente da declaração de conhecimento e observância das normas do CPAJ e assiná-la.

DIRETRIZES ACADÊMICAS E ADMINISTRATIVAS SOBRE PLÁGIO

 

O CPAJ aplica regras rigorosas a respeito de plágio em trabalhos acadêmicos para disciplinas cursadas, estudo dirigido e monografia, dissertações e teses. É de suma importância que aluno conheça os critérios e sanções que se aplicam desde seu ingresso em nossos cursos e programas.

Definição & Tipos de plágio acadêmico

1. Definição

Plagiar é o ato de assinar ou apresentar, como sua, uma obra intelectual de qualquer natureza (texto, música, fotografia, obras de arte, obra audiovisual, etc.), contendo partes ou a totalidade do trabalho de outra pessoa sem conceder os devidos créditos ao autor original. Assim, o plagiador se apropria indevidamente da obra intelectual de outra pessoa, assumindo a autoria da mesma. (Cartilha do Plagio, 2009, p.1). É importante observar que, embora ideias sejam de livre circulação, a apropriação indevida da ideia materializada em qualquer meio, físico ou virtual, é uma violação dos direitos de outrem.

O plágio acadêmico ocorre quando um aluno ou professor utiliza a produção intelectual, de livros ou da Internet, ideias, conceitos ou frases formuladas por outro autor sem citar as mesmas como fonte de sua pesquisa. Esse procedimento tem sido ainda denominado de “dissimulação dolosa na autoria de textos” (Christofe, 1996), “desnorteamento ético” (Vaz, 2006), “hábito cristalizado na produção de textos e incapacidade de sumarização” (Oliveira, 2007), “produção inescrupulosa de palavras ou ideias de outros autores como se fossem próprias” (Kronoscz, 2011), etc.

A prática do plágio é uma violação dos direitos autorais e por isso possui implicações civis e criminais. Todavia, nem sempre é fácil identificar os limites de uma pesquisa apropriada e a cópia maliciosa que pode resultar na ação criminosa. Nos círculos acadêmicos, as penalidades para o plágio variam de acordo com a instituição (Krokoscz, 2011).

 

2. Tipos de plágio acadêmico

Lécio Ramos enfatiza três tipos principais de plágio acadêmico e Ken Kirkpatrick acrescenta outra espécie dessa prática. Os quatro são resumidos abaixo:

 

1. Plágio Integral: Cópia de um trabalho inteiro, palavra por palavra, sem a citação da fonte do texto utilizado.

2. Plágio parcial: Geralmente conhecido como “colagem” ou “mosaico”, ou seja, a seleção de parágrafos ou frases de um ou diversos autores sem mencionar suas obras.

3. Plágio Conceitual: Também conhecido como “produção mascarada”, resultante da apropriação de ideias de um autor, dissimulada por um modo distinto de escrita ou pela tradução para outro idioma, sem que os créditos sejam atribuídos ao proprietário.

4. Plágio “desatento”: Quando o escritor falha em indicar onde um empréstimo começa e termina. Se isso não ocorre, o leitor será dissimulado e levado a acreditar que o material é de autoria do escritor que o assina. Por isso, empréstimos e paráfrases devem ser claramente indicados por aspas e referências apropriadas.

 

Além desses quatro, considera-se também:

5. Fraude: consiste no envio de trabalho produzido por terceiros.

Procedimentos administrativos e penalidades

1. Plágio em trabalho de disciplina

 

No caso de plágio desatento ou engano no envio, o professor poderá aplicar pena de reprovação na disciplina. No caso de plágio integral, parcial, conceitual, ou fraude, o professor deverá comunicar a ocorrência à Câmara por meio de relatório circunstanciado e cópia do trabalho. Ao mesmo tempo informará ao aluno sobre sua comunicação à Câmara, facultando a ele a possibilidade de defesa escrita. A Câmara poderá nomear comissão de sindicância para averiguação do ocorrido, para posterior decisão, mediante relatório.

 

As penalidades aplicadas pela Câmara podem ser:

 

1. Suspensão das atividades acadêmicas por período determinado;

2. Cancelamento dos créditos de disciplinas cursadas;

3. Cancelamento de bolsa, quando se aplicar;

4. Desligamento do programa;

 

Tendo aplicado a penalidade, a Câmara comunicará ao aluno por escrito, podendo estender a comunicação à entidade eclesiástica à qual o aluno está vinculado.

 

2. Plágio em Monografia ou Dissertação

 

Se plágio ou fraude ocorrer em monografia, dissertação ou tese, a comunicação poderá ser encaminhada por qualquer pessoa, a qualquer tempo para a Câmara, mediante denúncia circunstanciada e cópia de material comprobatório. A Câmara comunicará ao denunciado, facultando a ele a possibilidade de defesa escrita. Constatada a ocorrência, mediante possibilidade de defesa do acusado e sem prejuízo das implicações civis e penais, as penalidades poderão ser:

 

A. Se antes da atribuição do título:

• Reprovação no exame

• Sujeição às penalidades referentes às disciplinas.

B. Se após à atribuição do título:

• Cancelamento do título (nesse caso a Câmara deverá requisitar a devolução do diploma ou certificado e decidir pela publicação da ocorrência).

 

A Câmara poderá permitir o reingresso no programa, estabelecendo as condições para tal.

 

3. Plágio em artigo ou resenha da Revista Fides Reformata

 

Se plágio ou fraude ocorrer em resenha ou artigo publicado na Revista Fides Reformata ou outra publicação do CPAJ a comunicação poderá ser encaminhada por qualquer pessoa, a qualquer tempo para a Câmara, mediante denúncia circunstanciada e cópia de material comprobatório. A Câmara comunicará ao autor, facultando a possibilidade de defesa escrita. Constatada a ocorrência, sem prejuízo das implicações civis e penais, o artigo será retirado da plataforma online, podendo ser substituído por informação que indica irregularidade de pesquisa acadêmica. A mesma informação poderá ser inserida no número da revista, subsequente à constatação do fato.

 

4.  Os casos omissos serão tratados pela Câmara de Pós-Graduação

MODALIDADES DE ALUNOS

Aluno Regular

É aquele que ingressa em curso ou programa em processo seletivo regular. O aluno regular que cumpriu todas as disciplinas e está elaborando monografia de conclusão, dissertação ou tese é designado mestrando ou doutorando.

Aluno Especial

É aquele que pretende se submeter ao próximo processo seletivo de programa presencial stricto sensu e quer adiantar até duas disciplinas. O aluno especial pode cursar até duas disciplinas nos 12 meses que antecedam o ingresso no programa e aproveitá-las nas seguintes condições:

 

a) Comprovar no ato da inscrição na primeira disciplina como aluno especial que atende aos requisitos acadêmicos para candidatos ao programa de seu interesse, mediante envio de RG, CPF, diploma(s), histórico(s) e aprovação do coordenador do programa.

b) Solicitar a inscrição na(s) disciplina(s) atendendo aos mesmos prazos e critérios para o aluno regular, descritos no cabeçalho do calendário acadêmico que está no site do CPAJ.

c) Ser aprovado na(s) disciplina(s) cursada(s).

d) Ser aprovado no processo seletivo e atender as etapas de matrícula de aluno regular.

 

O aluno especial paga o mesmo valor de módulo que o aluno regular. Não há concessão de bolsa de estudos mesmo para pastores da IPB, por tratar-se de benefício exclusivo do aluno regular. O valor do módulo está publicado no site do CPAJ, nas “Informações Gerais” do programa acadêmico de seu interesse. Para inscrição como aluno especial é necessário:

  • Solicitar à área de Gestão Acadêmica, pelo e-mail academicocpaj@mackenzie.br, o modelo de texto para formalizar o pedido.

Aluno Ouvinte

É aquele que participa de módulo de disciplina presencial de maneira avulsa, ou seja, sem vínculo com o programa. O aluno ouvinte pode cursar disciplina(s) de forma avulsa, sem compromisso com o programa presencial, nas seguintes condições:

 

a) Solicitar a inscrição nas disciplinas como aluno ouvinte, enviando cópia digitalizada do RG e do CPF, atendendo aos mesmos prazos e critérios para o aluno regular descritos no calendário acadêmico que está no site do CPAJ.

b) Ter autorização do professor da disciplina.

 

O aluno ouvinte paga 50% do valor do módulo. Não há concessão de bolsa de estudos nem de hospedagem, mesmo para pastores da IPB, por tratar-se de benefício exclusivo do aluno regular. O valor do módulo está publicado no site do CPAJ, nas “Informações Gerais” do programa acadêmico de seu interesse. Para inscrição como aluno ouvinte é necessário:

  • Solicitar à área de Gestão Acadêmica, pelo e-mail academicocpaj@mackenzie.br, o modelo de texto para formalizar o pedido.

Aluno Estrangeiro

Alunos estrangeiros são bem-vindos ao CPAJ. Os candidatos passam pelo processo seletivo com o mesmo rigor de qualquer outro candidato, podendo, porém, haver diferença de prazos. Somente serão admitidos depois de obterem visto de estudante junto às autoridades brasileiras. As aulas são ministradas regularmente em português e ocasionalmente em inglês ou espanhol. É necessário que os alunos estrangeiros tenham suficiente domínio da língua portuguesa para acompanhar as aulas.

FREQUÊNCIA ÀS AULAS

Nos programas presenciais, o aluno que se ausentar de mais de 20% de um módulo de disciplina será automaticamente considerado reprovado naquele módulo. O critério é válido para todos os programas presenciais, na mesma proporção. Recomendamos aos alunos que se programem para chegar ao CPAJ na segunda-feira pela manhã e sair na sexta-feira após o meio-dia nas semanas de módulos. Nessas semanas exige-se dos alunos trabalhos e tarefas diários, como leituras e pesquisas.

EXAMES, TRABALHOS E NOTAS

As avaliações de disciplinas podem incluir:

 

a) Cursos EAD: provas e trabalhos a critério do professor.

b) RMI: provas, trabalhos e atividades a critério do professor durante a semana do módulo.

c) MDiv: provas, apresentações e leituras com relatórios durante e/ou após a conclusão do módulo.

d) STM: provas, apresentações, leituras durante o módulo e, principalmente, uma monografia após a conclusão do módulo.

e) DMin: apresentações, leituras, monografia de conclusão de módulo, publicações e relatórios de participações em conferências.

 

Nos casos de atividades após a conclusão do módulo, os prazos são:

 

• Entrega do trabalho pelo aluno: definida pelo professor da disciplina, com o prazo máximo de 90 dias a partir da data da conclusão do módulo.

• Entrega da nota pelo professor: no máximo 45 dias após a data final de entrega do trabalho pelo aluno, excetuando períodos de férias e recesso escolar.

 

 

As notas variam de 0,0 (zero) a 10,0 (dez). A nota mínima para aprovação em disciplinas é 7,0 (sete). Para submeter-se a qualificação de dissertação no STM e no DMin é necessária média 8,0 (oito) no conjunto das disciplinas cursadas. Aluno que tenha reprovações não é elegível para honras acadêmicas.

LEITURA SUPERVISIONADA

É possível oferecer disciplinas do MDiv e do STM na modalidade de leituras supervisionadas para atender a necessidade específica do aluno ou substituir a ministração regular de um módulo. A leitura supervisionada envolve a leitura de 1.000 a 2.000 páginas e a elaboração de um trabalho de 25 a 35 páginas.

ESTUDO DIRIGIDO

O estudo dirigido é obrigatório nos seguintes programas:

 

a) MDiv: um estudo dirigido (cerca de 90h).

b) STM: dois estudos dirigidos (cerca de 180h).

c) DMin: um estudo dirigido (cerca de 90h).

 

O estudo dirigido consiste em trabalho de no mínimo 25 páginas, segundo as normas do Guia Metodológico do CPAJ, elaborado a partir da leitura de no mínimo 1.000 páginas, indicadas pelo orientador de programa ou outro professor designado, sobre temas relacionados com o assunto pretendido pelo aluno para sua monografia de conclusão ou dissertação. No caso do STM e DMIN, o trabalho do estudo dirigido pode contribuir para a monografia ou dissertação, porém, o texto final não deve ser incorporado em um de seus capítulos. No caso do MDIV, o estudo dirigido tem obrigatoriamente que contribuir para a monografia. O objetivo, em ambos os casos, é estimular e desenvolver o aluno para pesquisa e escrita acadêmica. O aluno deve solicitar ao coordenador do seu programa (MDIV daniel.junior@mackenzie.br, STM alderi.matos@mackenzie.br, DMIN valdeci.santos@mackenzie.br) os formulários para dar início ao estudo dirigido, após ter sido aprovado em oito disciplinas.

ORIENTADORES ACADÊMICOS

Existem dois tipos de orientadores:

 

Orientador de Programa

 

No início do programa stricto sensu o coordenador indica o orientador de programa do aluno. O papel do orientador é apoiar o aluno, elaborar com ele o plano de curso, acompanhar e avaliar seu desenvolvimento. O plano de curso é elaborado na primeira participação do aluno em módulo de disciplina, revisado uma vez ao ano e documentado para o aluno e o CPAJ. Geralmente o orientador é um professor da habilitação/linha de pesquisa no MDiv e STM e o Coordenador do Programa no DMin.

 

Orientador de Monografia de Conclusão, Dissertação e Tese

 

No MDiv, o orientador da monografia de conclusão é designado pelo coordenador do programa mediante solicitação formal do aluno após a aprovação em 8 disciplinas. No STM e no DMin, o orientador de dissertação é indicado pela Câmara de Pós-Graduação mediante solicitação formal do aluno após a aprovação em 8 disciplinas (no DMin, incluídas as disciplinas de nivelamento e um estudo dirigido).

DESLIGAMENTO DO CURSO OU PROGRAMA

O aluno é desligado do programa nas seguintes situações:

 

a) Não cursar pelo menos um módulo de disciplina no semestre, exceto se solicitar trancamento. Ver “Trancamento por um semestre”.

b) Ser reprovado duas vezes na mesma disciplina durante o curso ou programa.

c) Ser reprovado em duas disciplinas no mesmo ano letivo.

d) Ser reprovado em três disciplinas distintas durante o curso ou programa.

e) Solicitar desligamento.

 

O aluno desligado só pode retornar mediante novo processo seletivo, respeitada a moratória que se aplica ao seu caso. Ver “Desligamento de Curso ou Programa por Solicitação do Aluno” e “Reingresso”.

CERTIFICADO DE ESPECIALIZAÇÃO

O aluno que cursar todas as disciplinas do programa e elaborar o(s) estudo(s) dirigido(s), mas não quiser ou não puder elaborar monografia de conclusão ou dissertação, terá direito a um certificado de especialização na área. Os créditos obtidos mediante tais certificados não podem ser aproveitados nos programas do CPAJ.

SOLENIDADE DE FORMATURA

A solenidade de formatura é um evento anual para alunos definitivamente aprovados em cursos ou programas no mínimo 60 dias antes da data da solenidade. A participação é obrigatória para os formandos de programas presenciais: RMI, MDiv, STM e DMin, e opcional nos cursos EAD. O programa compõe-se de culto de ação de graças e de solenidade de formatura, com processional e uso de toga e capelo de acordo com o nível e grau do formando. É aberto ao público, especialmente aos familiares, amigos, professores, corpo administrativo, direção do CPAJ, bem como representantes do IPM, JET e IPB. A entrega do diploma ocorre na solenidade, nunca antes dela e, excepcionalmente, in absentia, após a data da formatura, mediante justificativa por escrito.

HONRAS ACADÊMICAS E PREMIAÇÕES

Com o propósito de reconhecer a competência e os esforços do formando, o CPAJ concede, com base na média de suas notas, as seguintes menções honrosas, que são registradas no Diploma:

 

a) Cum laude: média de 9,0 a 9,3.

b) Magna cum laude: média de 9,4 a 9,7.

c) Summa cum laude: média acima de 9,7.

 

Além delas também pode receber reconhecimento especial o formando que tiver sua dissertação aprovada com distinção. A distinção é registrada na ata de defesa da dissertação. As áreas de estudo do CPAJ podem reconhecer anualmente o mérito do formando que mais se destacar na vida e produção acadêmica. As indicações são feitas pelo professor titular da área à Câmara de Pós-Graduação. Os prêmios incluem menção pública na solenidade de formatura, entrega de certificado e de uma coleção de livros. Os prêmios oferecidos, por área, são os seguintes:

 

• Prêmio Rev. Dr. Gerard Van Groningen de Teologia Exegética (AT)

• Prêmio Rev. Dr. Simon Kistemaker de Teologia Exegética (NT)

• Prêmio Rev. Dr. Fred H. Klooster de Teologia Sistemática

• Prêmio Rev. Júlio Andrade Ferreira de Teologia Histórica

• Prêmio Rev. Dr. Luiz Roberto França de Mattos de Teologia Filosófica

• Prêmio Rev. José Manoel da Conceição de Teologia Prática

ALTERAÇÃO DA SITUAÇÃO ACADÊMICA

 

O termo “alterar a situação acadêmica” se aplica aos seguintes casos:

1) trancamento de matrícula por um semestre,

2) prorrogação de prazo para conclusão do programa,

3) alteração de programa,

4) alteração de habilitação ou linha de pesquisa,

5) desligamento de curso ou programa,

6) reingresso,

7) aproveitamento e concessão de créditos.

Como solicitar uma alteração?

Os requisitos para cada tipo de alteração variam, mas há dois passos importantes que valem para todas elas. São eles:

 

a) A solicitação deve ser enviada pelo aluno à Gestão Acadêmica pelo e-mail academicocpaj@mackenzie.br, seguindo o modelo padrão para solicitações o qual pode ser solicitado no mesmo e-mail da Gestão Acadêmica.

b) A solicitação deve cumprir todos os requisitos a fim de que seja processada.

c) A solicitação precisa ser aprovada nas instâncias pertinentes a cada caso a fim de que a alteração solicitada tenha efeito. A última instância de aprovação é a Câmara de Pós-Graduação.

Trancamento de matrícula por um semestre

O trancamento da matrícula pode ser solicitado por um único semestre durante o programa, desde que o aluno apresente motivos justificados. No semestre de trancamento, o aluno não participa de módulo ou qualquer atividade acadêmica. O prazo de conclusão do programa é prorrogado automaticamente em 1 (um) semestre. O trancamento não exclui o aluno do direito à Prorrogação de Prazo de Conclusão do Programa descrito abaixo. Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*). O aluno que solicita trancamento de matrícula por um semestre e não retorna no semestre imediatamente posterior é desligado do programa.

Prorrogação de prazo do programa

A prorrogação do prazo de conclusão do programa pode ser solicitada por 6 (seis) meses ao coordenador do programa e por mais 6 (seis) meses à Câmara de Pós-Graduação, desde que o aluno apresente motivo justificado. A prorrogação de prazo de conclusão não exclui o aluno do direito ao trancamento de matrícula descrito acima. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Alteração de programa – de STM para MDiv

A alteração de STM para MDiv, mantendo a habilitação/linha de pesquisa, pode ocorrer mediante as seguintes condições:

 

a) Não é necessário participar de novo processo seletivo.

b) Aproveitam-se as notas das disciplinas em que o aluno foi aprovado no STM. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Alteração de habilitação/linha de pesquisa no MDiv e STM

A alteração de Habilitação/Linha de Pesquisa é possível mediante as seguintes condições:

 

a) O aluno ter cursado no máximo 50% das disciplinas, ou seja, seis delas.

b) Não é necessário participar de novo processo seletivo. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Desligamento de curso ou programa (voluntário ou compulsório)

O aluno que quiser interromper sua participação no curso ou programa deverá formalizar seu pedido de desligamento no ato da interrupção. Nesse caso é possível o reingresso, mediante novo processo seletivo, cumprindo moratória de 1 (um) ano. No caso de Desligamento Compulsório, ou seja, quando o aluno não solicita o desligamento no ato da interrupção, é necessário cumprir moratória de 2 (dois) anos. Ver adiante: “Reingresso” e “Aproveitamento e Concessão de Créditos”. Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Reingresso

Aluno desligado pode reingressar no mesmo ou em outro programa e habilitação/linha de pesquisa, mediante novo processo seletivo.

 

Condições:

 

a) Desligamento voluntário, ou seja, se solicitou formalmente o desligamento no ato da interrupção: após cumprir moratória de 1 (um) ano. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

b) Desligamento compulsório, ou seja, se não solicitou desligamento no ato da interrupção: após cumprir moratória de 2 (dois) anos.

Observação: Não há moratória para aluno que tenha concluído regularmente um curso ou programa e quiser cursar outro mediante novo processo seletivo.

Aproveitamento e concessão de créditos

 

O aproveitamento e concessão de créditos não é um direito, mas liberalidade do CPAJ, que, entre outros fatores, analisa a instituição e o programa já cursado. Não é possível o aproveitamento de créditos para programa do CPAJ com nível acadêmico superior ao programa já cursado.

Casos possíveis:

Crédito de outra instituição, tendo ou não concluído o programa

a) Disciplina cursada em programa de nível acadêmico equivalente ao programa do CPAJ.

b) Carga horária e conteúdo equivalente ao do programa do CPAJ.

c) Nota ou conceito igual ou maior que 8,0 (oito).

d) Aproveitamento limitado a 1/3 das disciplias do currículo do programa do CPAJ.

 

Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*), após aprovação no processo seletivo.

Crédito do CPAJ, para o mesmo programa e mesma área

a) Não é necessário participar de novo processo seletivo.

b) Prestar exame da língua bíblica exigida, se aplicável.

c) Cursa as seis disciplinas específicas da nova habilitação/linha de pesquisa.

d) Aproveitam-se as três disciplinas básicas: BAS101 – Metodologia do Trabalho Científico, BAS102 – Introdução à Teologia de João Calvino, BAS103 – Cosmovisão Reformada.

e) Aproveita-se um estudo dirigido.

 

Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Crédito do CPAJ, para o mesmo programa e outra área

a) Não é necessário participar de novo processo seletivo.

b) Prestar exame da língua bíblica exigida, se aplicável.

c) Aproveitam-se as três disciplinas básicas: BAS101 – Metodologia do Trabalho Científico, BAS102 – Introdução à Teologia de João Calvino, BAS103 – Cosmovisão Reformada.

d) Aproveita-se um estudo dirigido.

e) Cursar as seis disciplinas específicas da outra habilitação/linha de pesquisa.

f) Cursar as duas disciplinas específicas da outra área.

 

 

Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Concessão de crédito para aluno com notório saber

A concessão é limitada a 2/3 das disciplinas do programa, mediante condição de aprovação no processo seletivo. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

Aluno que interrompeu o programa do CPAJ e não solicitou desligamento no ato (desligamento compulsório)

a) Cumprir a moratória de 2 (dois) anos desde o último semestre em que cursou disciplina.

b) Ser aprovado em novo processo seletivo.

c) Se retornar em outra habilitação/linha de pesquisa, aproveitar 2/3 das disciplinas com nota igual ou superior a 8,0 (oito).

d) Se retornar em outra habilitação/linha de pesquisa, aproveitar:

 

• 2/3 das disciplinas com nota igual ou superior a 8,0 (oito), mais:• Disciplinas específicas da habilitação/linha de pesquisa com nota igual ou superir a 8,0 (oito), não ultrapassando o limite de 2/3 do total das disciplinas no programa.

 

Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*), após aprovação no processo seletivo.

Aluno que interrompeu o programa do CPAJ e solicitou o desligamento no ato (desligamento voluntário)

a) Cumprir a moratória de 1 (um) ano desde o último semestre em que cursou disciplina.

b) Ser aprovado em novo processo seletivo.

c) Se retornar em outra habilitação/linha de pesquisa, aproveitar 2/3 das disciplinas com nota igual ou superior a 7.0 (sete).

d) Se retornar na mesma habilitação/linha de pesquisa, aproveitar:

 

• 2/3 das disciplinas com nota igual ou superior a 7,0 (sete), mais:

• Disciplinas específicas da habilitação/linha de pesquisa com nota igual ou superior a 7,0 (sete), não ultrapassando o limite de 2/3 do total das disciplinas no programa.

 

Deve ser feito mediante solicitação, conforme a página 22(*), após aprovação no processo seletivo.

Concessão de crédito para aluno com prévio saber

A concessão é limitada a 2/3 das disciplinas do pograma, mediante as seguintes condições:

 

a) Ser aprovado no processo seletivo.

b) Solicia e ser aprovado em prova escrita ou oral. Deve ser feita mediante solicitação, conforme a página 22(*).

RECURSOS

 

 

As decisões quanto à aplicação das regras deste catálogo, assim como os recursos relativos à avaliação por parte dos docentes, em todos os casos, devem obedecer à seguinte ordem: professor, professor titular da área, coordenador do curso ou programa e direção do CPAJ, sendo a Câmara de Pós-Graduação a instância final de recurso quanto a assuntos acadêmicos. A única exceção é a decisão de aprovação ou reprovação nas Bancas de Exame de Dissertação, a qual é sempre final.